Estes dias meu mestre me ligou pra saber se eu
estava fazendo alguma coisa. Era uma tarde de Sábado, estava em casa, vendo
fotos na internet. Ele me disse então que queria me encontrar mas eu devia me
preparar para ir vê-lo. Ele me disse que queria torturar minha bocetinha. Me
mandou pegar uma seringa que nós usamos como ventosa – para quem não sabe, é
uma seringa comum, grossa em que se corta a parte da agulha e fica um buraco
grande para poder sugar qualquer parte do corpo. Ele me mandou pegar a tal
seringa e colocar no clitóris, puxar e deixá-lo bem saliente. Em seguida, me
mandou pegar um elástico, daqueles de amarrar dinheiro e amarrar em volta do
clitóris, com a seringa ainda presa. Tirando a seringa, o clitóris focou
totalmente exposto, sem nenhuma proteção. Depois disso, ele mandou eu pegar
dois prendedores de roupa e duas fitas de cetim. Mandou que eu pusesse um
prendedor em cada lábio da boceta, perto do clitóris. Daí me disse para passar
a fita por cada prendedor e amarrar ao redor da coxa, para que a boceta ficasse
aberta e o clitóris sem proteção nenhuma.
Ainda
pelo telefone, ele me mandou vestir uma calcinha minúscula de renda e puxá-la
bem pra cima, enterrando na bunda e pressionado o grelinho. Quando pus a
calcinha senti quais eram suas intenções. A renda esfolava meu clitóris inchado
e exposto, que latejava cada vez mais forte por estar amarrado. Para finalizar,
ele me mandou vestir uma calça jeans que eu tenho que é hiper justa. Pus a
calça senti o que me esperava: a renda ralando meu grelinho e a calça não dando
folga. Depois de estar pronta, me mandou ir até o shopping que fica perto da
minha casa e encontrá-lo na praça de alimentação, que fica no último andar do
shopping. Mas disse que eu deveria ir a pé e chegando no shoping não deveria
pegar escadas rolantes, deveria subir os três andares de escada comum para
sentir melhor meu castigo. Sai de casa já suando frio. O grelo exposto roçava
cada vez mais forte na calcinha e a calça ajudava ainda mais na tortura.
Chegando
no shopping, fui em direção as escadas. Estava diminuindo o passo porque estava
doendo muito, mas meu mestre tinha me dado tempo marcado para encontrá-lo
depois de desligar o telefone: 15 minutos. Passando disso, cada minuto seria
pago com severas torturas. Olhei no relógio e já se passavam 10 minutos e eu
nem tinha subido pro primeiro andar. Respirei fundo e segui. Cada degrau me
fazia revirar os olhos. A dor e o prazer daquele grelo inchado, amarrado e
esfolado estava me deixando maluca. Já sentia minha calça molhada. O segundo
andar foi difícil, sentia o grelo realmente machucado e os prendedores de roupa
fazendo pressão. Finalmente encarei o terceiro lance e avistei meu mestre, que
me olhou com reprovação pelo atraso de 5 minutos. Me mandou sentar e eu olhei
para ele, pedindo para não fazer aquilo mas ele nem ligou.
Sentei na
sua frente a com o movimento da calça e da calcinha quase gritei de dor. Ele
sorriu satisfeito e disse que iria me levar para sua casa e conferir se eu
tinha feito tudo certo. No estacionamento do shopping, ele tirou do porta luvas
uns grampos pra colocar nos mamilos e me mandou usar. Hesitei em usá-los com
medo que alguém visse e como castigo pela desobediência levei um tapa no meio
das pernas. A dor me fez obedecer e pus os peitos pra fora, coloquei os grampos
e pus o sutiam novamente. Fomos rumo a casa dele sem trocar uma palavra. Eu
gemia de dor baixinho e ele gostava do som. Chegando na casa dele, ele me
mandou tirar toda roupa, menos os grampos e a calcinha, enquanto ele ia buscar
os brinquedinhos que usaria comigo naquele dia.
Tirei
tudo, e fiquei esperando ele voltar. Ele chegou com uma caixa cheia de coisas
que não consegui identificar de imediato. Olhou meus peitos, apertou os mamilos
que estavam presos e duros. Gemi alto e levei dois tapões, um em cada seio. Me
contive e ele me mandou abrir as pernas. Abaixou e foi tirando a calcinha. Meu
clitóris estava grudado na renda e com o puxão quase morri de dor. A calcinha
estava simplesmente ensopada. Depois de tirá-la, ele ficou olhando para minha
boceta aberta, com lábios afastados por grampos e o clitóris amarrado, roxo e
latejante. Me xingou de puta, disse que só uma cadela faria coisas deste tipo e
me mandou deitar na cama com as pernas abertas, segurando por tras do joelho.
Exposta
ao máximo, vi quando ele chegou com o chicotinho – aqueles usados em cavalos –
e começou a bater na boceta. Primeiro, ele ficou longe do grelo, só na parte de
baixo, que babava sem parar. Quando o chicote estava bem melado, passou a
golpear o grelo, não com muita força. A dor era enorme. O grelo desprotegido,
dolorido, esfolado, levando uma surra de chicote. Meu mestre disse que este
seria meu castigo pelos cinco minutos de atraso. Ele disse que iria me bater
ali por 5 minutos e a cada minuto, aumentaria a força das pancadas. O que
começou leve, terminou com golpes violentos que me fizeram chorar de dor.
Terminada
a sessão, meu mestre se posicionou entre minhas pernas e começou a chupar e
mordeu meu clitóris, até eu gozar. Terminado, ele soltou o grelinho que já
implorava por paz, tirou os grampos dos lábios e me deixou descançar um pouco
antes de continuar, mas isso conto depois. Se alguém tiver contos deste tipo ou
idéias de como torturar uma bocetinha, me escreva.
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