PRAZER EM PROVOCAR

Autor(a):    Ld. Diana  
altruda@uol.com.br

 

Estou aos pés de meu Senhor. Ele, sentado numa enorme poltrona de veludo azul com enfeites dourados, eu, nua, encoleirada e bem junto a ele, tão perto que posso sentir o calor de sua pele, posso sentir seu olhar queimando meu corpo . Distraído, está se deliciando com uma música clássica ao fundo... E, de vez em quando, puxa a guia da coleira para que eu me aproxime de seus pés, indicando assim que devo recomeçar a lambe-los e chupá-los. Coloco-me novamente de quatro, e me dedico inteiramente à adoração deliciosa de Seus pés, a passar a língua entre os dedos e a chupá-los um a um. Saboroso, delicioso...Continuo, subo e vou mordiscando seu calcanhar, e instintivamente empino a bunda...Sinto escorrer de dentro de mim, o mel do prazer, e num movimento delicado, rebolo e pressiono minhas coxas, sentindo um calor delicioso entre as pernas. Mesmo sem estar olhando para Ele, sei que está tomando vinho, eu servi a taça, Ele me oferece e quando meus lábios abandonam seus pés e calcanhar, para sorver o liquido inebriante da taça, ele me priva deste prazer e diz: Agora não cadelinha, agora é hora de me servir, sou eu quem deve se deliciar com este vinho. Porém, como és muito obediente, vou te deixar prová-lo, e derrama algumas gotas em seus pés, coloco a língua para fora e num movimento sensual começo a lamber mais ainda, que divino, poder saborear os pés de meu Senhor, e sentir o sabor do vinho, passo a língua em meus lábios apreciando o divino liquido e pergunto...Posso ter mais deste delicioso liquido? Porém adoraria saboreá-lo de seu mastro. Posso Senhor?

 

Com um sonoro tapa na minha cara, Ele responde : Está excitada cadelinha? Sinto que estas mexendo este rabinho...Não lhe permiti prazer algum ainda, e neste instante, me da um sonoro e delicioso tapa agora no meu rabo .Sinto minha bunda arder e me contorço levemente, por este meu movimento seu que receberei mais, e comprovando o que imaginava, sinto mais outro tapa. No momento seguinte, senti minha guia ser puxada, com precisão, ergui o corpo, sem tentar encontrar seus olhos, fui sendo puxada, meu corpo se esfregando no dele até que seus lábios encontraram minha orelha, primeiro senti sua respiração quente, forte e pausada, nada parecida com a minha, sentia pequenos tremores, sabia que tinha algo por vir, havia cometido um erro à tarde, quando trocava algumas mensagens pela net, e numa infeliz idéia, acabei fazendo alguns comentários, e fui comunicada, que mais tarde pagaria por aquela brincadeira de mau gosto. Quando ele falou num tom de voz que me arrepiou

 

Quer dizer então, que a minha cadela, agora resolveu me contrariar? Não conhece seu lugar, não? Que espécie de cadela é essa que enfrenta seu dono? Temos que resolver isso e deixar bem claro quem manda por aqui. Nesse exato momento, meu corpo tremeu, senti um calor me invadindo, um nó na garganta, coração disparado.

 

Sinto suas mãos me afastando de seu corpo e ele me coloca no chão, abre sua maletinha, que está na mesinha ao lado da poltrona, pega uma venda e em segundos, não vejo mais nada. Aguço meus sentidos, para descobrir o que Ele está fazendo, mas como um felino seus movimentos são leves, sinto o suor correr pelo corpo. Como seria bom ter aquela taça de vinho em meus lábios agora, eles estão secos, passo a língua para senti-los e umedece-los.

 

- Vá de quatro até o quarto, e fique no seu lugar, no tapete ao lado da cama e me aguarde putinha, vou te mostrar o quanto suas brincadeiras me deixaram irritado!

 

Fui de quatro, até o quarto e lá fiquei. Depois de alguns minutos, senti sua presença, pelo som da chibata que zunia no ar, meu corpo reagiu, sem ao menos receber o toque, tremor e sudorese. E de repente, sem mais nem uma palavra dita, recebi na bunda uma chibatada forte, seguida de outra e mais outra.

 

- Não quero ouvir nem um ai...Vais apanhar absolutamente calada. Desta vez, não quero que contes...

 

- Perdão senhor, perdão...

 

- Parece que não fui claro, vou ter que ser mais incisivo. Por alguns minutos apanhei, vinte ou trinta chibatas, alguns minutos de muita dor e prazer. Eu me retorcia no chão, abafando os murmúrios de dor e os gemidos de prazer. Eram chibatadas, beijos, lambidas úmidas me refrescando. Quando parou, percebi que estava ofegante e excitado. Lágrimas caiam pelo meu rosto, minha bunda queimava, ardia, mas não emiti um som...Sabia que era merecido. Senti sua mão me acariciando, primeiro nos cabelos, depois suavemente percorreram minhas costas, as marcas deixadas pela chibata, sentia um alivio ao seu toque. Solucei e nesse momento sua voz voltou a ficar doce e macia:

 

Minha cadelinha, suba na cama, está dolorida e machucada, bati muito em você? Mas vou cuidar de ti.

 

- Deite. Abra as pernas, separe as coxas!

 

E com a chibata me tocando na parte interna das coxas, fazia com que eu rapidamente me abrisse, ficasse totalmente exposta. Começou a alisar minha buceta com a chibata, subia pelo tronco e acariciava meus seios. Meu corpo tremia, meu tesão cada vez ficava maior, sentia meu mel escorrer pela buceta e indo até o cuzinho.

 

- Que cheiro delicioso é esse? Fico atiçado por este cheiro...Cheiro de putinha no cio, de fêmea. Sabia que adoro provocar isso numa vadia como você? Ainda mais quando ela se entrega. É um prazer sentir no toque a umidade, o mel escorrendo por entre os dedos. Maravilhoso sentir, seguido de um beijo forte, quente, delicioso e os dedos penetrando ainda mais.

 

Tirou a venda e pude ver o sorriso, aquele olhar firme e ao mesmo tempo carinhoso. Tomou a boca e o corpo que lhe pertenciam, tomou conta dos sentidos sendo mais exigente e vigoroso, envolvendo, dominando, como se o próximo toque fosse o ultimo.

 

Senti meu corpo se esvaindo em suas mãos, em seu toque forte. O perfume de sua pele penetrava em mim, me deixando embriagada de tanto tesão. Não havia mais resistência alguma, somente a entrega de meu corpo e alma estavam ali presente, respiração alterada, coração descompassado e um calor, como se estivesse em uma fornalha, e ao mesmo tempo calafrios percorriam cada pedaço do meu corpo de pele alva como a neve.

 

Minha mente completamente vazia. Somente a sensação doce da entrega, a satisfação de servir totalmente ao meu Senhor. A dor, sendo superada pela emoção. Sentia a boca percorrendo a pele, ficando arrepiada, sendo mordida com firmeza e sugada. Entrega total, sentia meu corpo cada vez mais exposto, mais aberto, se enroscando, se roçando naquele corpo quente e forte.

 

Completamente envolvida escuto sua voz rouca, num tom de ordem.

 

- Abra mais as pernas cadela, minhas mãos querem te explorar, te inspecionar.

 

E já tomando posse do que era seu, seus dedos desaparecendo dentro de mim, retornando molhados, em seguida sugados pela boca ávida do sabor do mel. Com eles ainda úmidos, alisa os bicos dos seios, já duros de tesão, as mãos contornam, primeiro num toque leve, depois com vontade, forte, apertando com a ponta dos dedos ambos os bicos, puxando e torcendo.

 

Gemi baixinho de dor e prazer, enquanto me contorcia . O calor insuportável. Sinto gotas de suor descendo pelo corpo, mel descendo em abundância por entre as coxas.

 

Suas mãos voltam a me invadir, o mel espalhado na virilha. Sinto sua boca, deslizando pelo meu corpo suado, descendo, lambendo, mordendo, chupando. Lábios desejosos do sabor agridoce e quente vindo do meu ventre.

 

Meu corpo se inclina e minha taça transbordante de tesão se expõe. Sua língua ávida e incisiva toma dessa taça invadindo, os dentes roçando o grelo duro e molhado. Seus dentes cravam no grelo...Mordem, apertam, sugam com força. Dedos seguem o caminho percorrido pela boca e língua e dividem o mesmo espaço. Agora, meu Senhor, completamente devasso, sacana, libertino, querendo cada gemido, cada espasmo!

 

Minhas pernas se abrem , expondo cada vez mais minha buceta, que é ofertada com prazer e devassidão. Estou completa e totalmente entregue, o toque de meu Senhor, me leva à perda da sanidade, sentindo que meu gozo esta chegando...Sem qualquer possibilidade de controle. Livre dos pudores me abro escancarando minha taça. O ritmo aumenta e a boca mais faminta que nunca, envolve a buceta totalmente molhada e latejando. Os dedos deslizam, num movimento ritmado, forte. A outra mão açoita a bunda arrebitada, deixando a carne novamente quente e vermelha.

 

Acompanho o ritmo dos dedos com o corpo, girando, contorcendo. Sinto o açoite, deliro, estremeço. O gozo premente. Sinto a bunda queimar cada vez mais. Lágrimas descem pelo meu rosto quente e afogueado, lagrimas de alegria e felicidade pela entrega, meus gemidos alegram quem os provocou, sinto o sorriso e o prazer que dele emana. O ritmo aumenta.

 

Uma ordem enche o ar... Goza sua vadia! Seguindo de um tapa forte, seco.

 

Sinto o gozo me levando à loucura, gemo, grito, choro, deliciada pelo momento único e especial, feliz por ter o privilegio de ter seu gozo liberado.

 

Gozo vindo forte como uma convulsão. Meu cheiro impreguina o ar. Um gozo longo, profundo, os dedos vão mais fundo, rasgando, sentindo o gozo escorrer por eles. Falta o ar, coração descompassado, lágrimas quentes e doces.

 

Sinto suas mãos percorrendo meu corpo, sentindo os últimos espasmos daquele gozo intenso, gozo de mulher, de fêmea, de puta.

 

Agradeço, beijando Seu corpo todinho, suspirando, ainda tremendo pelo prazer e Ele, me mordendo a nuca, diz...

 

- Gozou muito não putinha? Meu prazer único de te provocar foi satisfeito e me beija docemente.

 

Sorrio...Entre lagrimas e soluços, desejando que esse momento se prolongue indefinidamente, para satisfazer sempre os caprichos Dele...