VONTADE

 

Cheguei em casa e fui me deitar porque estava cansada e ainda triste, chateada e com raiva por saber que teria que dividir a atenção de meu Dono com uma mulher que se descrevia como tendo 'corpo atlético'. No fundo eu desejava ser amada por meu Dono e que as outras existissem sim, mas que fossem apenas diversão para ele e também para mim (por que não? ).

Mas o fato de ele demonstrar desejos por uma outra mulher me levou a pensar que este também seria um desejo dela, e que ele poderia apreciar a companhia daquela mulher tanto quanto podia apreciar a minha, e isto me fez ver que meus sonhos talvez fossem apenas tolices. Eu não conseguia dormir...

Pensava no que poderia acontecer entre os dois e isto aumentava minha raiva. Curiosamente fui ficando excitada também, e o que me excitava era justamente a sensação de que meu Dono talvez preferisse a outra cadela... Me rendi a minha excitação e comecei a me masturbar.

Eu imaginava meu Dono, eu e a outra menina numa sessão a três, e meu Senhor a comia. Depois de algumas brincadeiras que apenas observei de um canto penumbra do quarto, ele se esticou na cama e disse a ela que 'sentasse' em seu pau. Ela o fez sorrindo e eu pude ver que se esforçava para subir e descer e/o mexer no ritmo que ele sugeria ao pegar em seus quadris. Ao imaginar o prazer que ele sentia, eu ficava cada vez mais excitada. Minha imaginação se tornou tão forte, tão real, que aquela cadela e meu Senhor pareciam ter de descolado de meu pensamento e adquirido vida própria.

Ele dizia algumas coisas como 'isso cadelinha' ou 'boa menina', e dizia estas coisas conforme aumentava seu prazer. De onde eu olhava podia ver que ele estava satisfeito com o desempenho dela a tal ponto que parecia não se lembrar que eu estava ali no canto a observar. E ela estava satisfeita em poder estar ali desfrutando de seu pau, porque se sentia privilegiada ao poder dar a buceta enquanto eu estava 'esquecida' ali no canto, e também porque gostava de dar, como toda boa puta. Ela estava muito excitada e ele ficava ainda mais excitado ao perceber o quanto ela estava 'feliz' e o quanto estava aproveitando bem a oportunidade que ele havia lhe dado. Ela aumentava o ritmo e ele a elogiava. Era nítido o prazer que ambos sentiam.

De repente ele se lembrou de mim e falou para eu enxugar as lágrimas e me aproximar, e eu obedeci meio sem pensar. Quando cheguei perto dele ele me segurou pelos cabelos e, sem dizer uma palavra arrastou minha cabeça para a altura de seu pau. Disse a outra cadela que saísse e ela resmungou pedindo para deixar ela ali mais um pouquinho. Ele disse que ela teria mais, mas que agora era hora de eu experimentar o pau dele para sentir o quanto ele estava excitado por foder a buceta dela, e ainda para experimentar o gosto da buceta dela. Ela saiu e permaneceu com a buceta bem perto. Ele puxou minha cabeça em direção a seu pau e eu resisti, forçando a cabeça no sentido contrário. Ele então me falou que eu devia abrir a boca e chupar seu pau, deixar ele beeeem limpinho para que pudesse molhar em seguida novamente, e que eu devia fazer isto sem chorar. Eu abri então minha boca e ele, forçando minha cabeça, afundou seu pau até a garganta. O pau dele estava mesmo todo melado, com um sabor diferente, e eu estranhei aquilo tudo e me engasguei. Ele levantou minha cabeça e foi só o tempo de eu respirar para afundar de novo. Eu ainda estava com a boca no pau dele quando ele disse a outra cadela que voltasse, ela veio vindo com a buceta e, quando estava bem perto ele me puxou deixando o pau livre pra ela 'sentar' novamente.

Ele soltou meus cabelos e eu quis me esquivar, voltar pro meu canto e continuar a apenas observar. Ele ao perceber meu intento, falou, 'pode ir ficando por aqui que quero repetir isto mais vezes' Eu fiquei. Ele voltou a se divertir com a buceta dela e eu soube quando ele iria querer que eu o chupasse novamente quando, sem dizer palavra, segurou novamente em meus cabelos. Ele fez exatamente como da primeira vez, e logo mandou que ela voltasse. Ele gostou tanto da brincadeira que mandou ela sentar e levantar e enquanto o pau dele estava livre, me fazia chupar, de modo que enfiava uma vez o pau na buceta dela e em seguida em minha boca.

Numa das vezes em que ele disse a ela para sair, ela pediu a ele que a deixasse um pouquinho mais porque estava prestes a gozar. Ele disse a ela que ficasse a vontade, que ficasse ali até gozar mas que ao se levantar novamente deixasse a maior quantidade de líquido possível em seu pau.

Em seguida disse a mim que eu iria provar do gozo dela no pau dele. A cadela ficou lá se deliciando e logo gozou, e ele ficou extremamente excitado com o gozo dela, e decidiu que gozaria em breve, mas não sem antes me dar o gozo dela pra beber em seu pau.

Quando a outra cadela se acalmou ele disse 'pronto, agora sai, cadelinha' e ela obedeceu. Quando ela levantou, tirando a buceta do pau dele, todos pudemos ver que estava cheio do gozo dela, e ele, excitadíssimo me mandou lamber tudinho, sem deixar nem uma gota para trás. Enquanto eu me esforçava para cumprir minha tarefa da melhor forma escutei ele dizer que eu estava bebendo o gozo dela nele e iria ainda beber o gozo dele, mas na buceta dela.

Enquanto eu ia lambendo ele ia ficando cada vez mais excitado, quando estava quase gozando ele 'perguntou' a outra cadela se ela queria mais e ela sorriu e respondeu que 'queria sim, claro' complementando que seria capaz de gozar novamente no pau dele se tivesse a oportunidade. Ele, ao escutar isso, disse 'então vem cadelinha'. Ela voltou a sentar no pau dele e estava mesmo muito excitada, e começou a mexer num ritmo acelerado que sabia que ele gostava e que agradava a ela ao ponto de a fazer gozar novamente...

Quando ela avisou a ele que estava na eminência de gozar novamente, ele disse a ela que gozasse, que ele iria gozar também. Ele então virou par mim e disse que eu devia me preparar e, percebendo o quanto eu estava me sentindo humilhada com tudo aquele prazer desfrutado entre ambos e negado a mim, gozou na buceta dela demonstrando o quanto pode como estava delicioso fazer aquilo.

Quando ambos se acalmaram e eu achei que tivesse escapado de minha tarefa, ele a deitou ao lado dele na cama, e a aninhou em seu peito, a mandou abrir as pernas e dar de beber a mim.

Disse a mim que não deveria ir com muita sede ao pote, que devia beber o gozo dele na buceta dela, devagar, saboreando bem e sem deixar que escorresse nenhum pouquinho. Eu tentei fazer o melhor possível o que ele me mandou mas acabei deixando escorrer um pouco e ela disse a ele que eu estava deixando escorrer. Ele me mandou para e ir buscar a cane e quando eu voltei com a cane de volta ele falou que se eu não fizesse direito iria apanhar. Mesmo tentando me conter eu comecei a chorar e no estado em que eu estava não conseguiria mesmo fazer o que devia sem deixar escorrer nada. E quando deixei escorrer ela o avisou novamente. Ele então me deu uma lambada com a cane na bunda e disse me mandou continuar, só que eu chorava ainda mais e não consegui. Levei várias lambadas de cane na bunda e quanto mais apanhava menos conseguia fazer minha tarefa com a devida perfeição porque ficava cada vez mais nervosa. Ele se excitou porque estava me batendo com a cane e como percebeu que eu havia percebido que ele estava excitado com aquilo, perguntou se eu queria ser enrabada. Eu respondi que sim e ele se aproximou de minha bunda marcada e encostou seu pau.

Quando ele percebeu que eu estava feliz com a idéia de ser enrabada e achando que me veria livre de minha tarefa por conta disso ele falou 'pena, cadelinha! eu quero usar o rabo de outra que esta aqui neste quarto! E em seguida mandou a outra cadela ficar de quatro. Ela balbuciou alguma coisa no sentido de pedir a ele que não a enrabasse mas ele repetiu a ela que ficasse de quatro.

Então começou a enrabá-la e eu fiquei novamente observando. Ele sarcasticamente me perguntou se eu gostaria de chupar seu pau, tal como havia feito enquanto comia a buceta dela, agora que ele comia o rabo. Eu abaixei os olhos e fiquei quieta porque sabia que se ele quisesse fazer isto, eu iria obedecer. O rabo da cadela ainda não estava largo de jeito que meu Senhor gosta que os rabos estejam e ambos tinham dificuldades, ele em penetrar, ela em abrir pra ele.

Em determinado momento ela começou a chorar e ele disse a ela que chorasse a vontade mas não deixasse de abrir o rabo. Ela se esforçou e ele novamente dizia:

- Isso cadelinha, boa menina, abre o rabo para seu Dono.

Ele aumentou o ritmo e ela começou a gritar e ele, excitado com o "desespero" dela gozou novamente. Eu gozei no exato momento em que imaginava ele gozando novamente, e foi um orgasmo maravilhoso.

Depois de tudo terminado, me senti extremamente mal por me excitar ao me imaginar numa situação humilhante dessas e então, para me tranqüilizar imaginei que após ele ter gozado, se deitou na cama para descansar e recostou novamente a cabeça dela em seu peito para que se acalmasse, dizendo a mim que fizesse o mesmo. Eu então imaginava que estava com meu Dono e, mesmo tendo outra cadela ali com a gente, me sentia especial. Me recostei no ombro dele mas logo virei para o canto e dormi.